Hacking é conhecido por um processo criativo que envolve a desconstrução de materiais visuais preexistentes. Ele coleciona e combina elementos gráficos de revistas antigas, filmes e anúncios, criando camadas que se sobrepõem para formar novas narrativas visuais.
Winston Hacking é um artista visual contemporâneo cujo trabalho se move na interseção entre colagem, animação e narrativas fragmentadas. Em seu site oficial e na sua newsletter, Hacking se apresenta como um contador de histórias visuais, utilizando recortes e fragmentos de imagens vintage para criar composições que dialogam com memórias coletivas e estéticas do passado, mas sempre com um olhar contemporâneo.

Hacking é conhecido por um processo criativo que envolve a desconstrução de materiais visuais preexistentes. Ele coleciona e combina elementos gráficos de revistas antigas, filmes e anúncios, criando camadas que se sobrepõem para formar novas narrativas visuais. Esse método confere às suas obras um caráter de arqueologia visual, onde cada recorte carrega um vestígio de tempo, ressignificado no presente.
A trajetória de Winston Hacking é marcada por colaborações em projetos de videoclipes e animações que ganharam notoriedade no cenário artístico internacional. Seu trabalho já foi exibido em festivais e galerias, sempre com uma recepção que destaca a originalidade de sua linguagem visual. Em sua newsletter, ele compartilha insights sobre seu processo, referências artísticas e reflexões sobre o papel da colagem e da animação como formas de arte que desafiam as fronteiras entre o analógico e o digital.

Assim, a matéria sobre Winston Hacking se apresenta como um mergulho em um universo onde cultura visual e memória se encontram, revelando um artista que transforma fragmentos do passado em narrativas visuais que conversam com a sensibilidade do presente.