Ofício de Raizeiras e Raizeiros do Cerrado pode virar patrimônio cultural
No dia 10 de junho, às 14h, durante a 113ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, o Iphan pode dar um passo histórico: reconhecer o Ofício de Raizeiras e Raizeiros do Cerrado como patrimônio cultural do Brasil.
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Escrito por Caíque Nucci
Editor-chefe
No dia 10 de junho, às 14h, o Iphan pode dar um passo histórico: reconhecer, durante a 113ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, o Ofício de Raizeiras e Raizeiros do Cerrado como patrimônio cultural do Brasil. Se aprovado, o bem será inscrito no Livro de Registro dos Saberes.
O ofício se manifesta em uma vasta extensão do território nacional, que vai de Goiás a Minas Gerais, Mato Grosso, Tocantins, Bahia, Maranhão e Piauí, além do Distrito Federal. Trata-se da atuação de detentoras e detentores de saberes tradicionais que dominam o ciclo completo da cura: da identificação botânica ao preparo de remédios caseiros.
Mais do que um título, o reconhecimento reforça a valorização dos saberes da flora e das comunidades do Cerrado como patrimônio vivo da cultura brasileira.
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